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Perguntas frequentes

O que os pacientes perguntam antes de agendar

Reunimos aqui as dúvidas mais comuns sobre consultas, implante coclear, cirurgia de adenoide e amígdala com Coblation, septoplastia e otorrinopediatria. Clique em qualquer pergunta abaixo para ir direto à resposta.

Conteúdo revisado pela Dra. Aline Gomes Bittencourt · CRM-MA 7562 · RQE 1832 · em

Atendimento

Preciso de pedido médico para marcar consulta com otorrino?

Não. Você pode agendar diretamente com a Dra. Aline Bittencourt, sem precisar de encaminhamento de outro médico. Muitos pacientes chegam por conta própria, percebendo um sintoma persistente — congestão nasal, dor de ouvido, secreção no ouvido, perda auditiva, zumbido, secreção nasal, tosse, rouquidão, ronco — e outros são encaminhados por pediatras, neurologistas, clínicos gerais ou fonoaudiólogos quando há suspeita de alteração auditiva ou nasal que exige avaliação especializada.

O que ajuda a chegar mais rápido ao diagnóstico é levar, na primeira consulta, os exames que você já tiver feito (audiometria, tomografia de seios da face, endoscopia nasal, exames de sangue relacionados) e a lista de medicações em uso ou já prescritas para o quadro. Mesmo sem nenhum exame prévio, a consulta segue normalmente: a investigação começa pela história clínica detalhada e pelo exame físico, e os exames complementares são solicitados a partir daí, quando necessários.

Se o motivo da consulta for uma criança, o mesmo vale: não é preciso passar por outro especialista antes. Pais costumam procurar diretamente quando notam respiração bucal, ronco, otites de repetição ou atraso na fala.

Agende sua consulta pelo WhatsApp ou pelo site e traga os exames que já tiver — o resto a gente investiga juntos.

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Como funciona a primeira consulta de otorrino na Clínica Rhinus?

A primeira consulta começa pela anamnese: uma conversa detalhada sobre a história do problema, há quanto tempo ele existe, o que já foi tentado antes e como isso afeta o seu dia a dia. Essa parte importa tanto quanto o exame físico — é o que direciona qual exame complementar realmente faz sentido pedir, em vez de solicitar uma bateria genérica de exames.

Depois da conversa, é feito o exame físico de ouvido, nariz e garganta. Quando indicado pelo quadro clínico, a videoendoscopia nasal, laríngea ou a videotoscopia já são realizadas no mesmo atendimento — isso evita que você precise voltar em outro dia só para fazer um exame que poderia ter sido feito na hora, e já ajuda a fechar boa parte do diagnóstico na primeira visita.

Para aproveitar melhor o tempo da consulta, leve exames anteriores (mesmo que antigos) e a lista de medicações atuais ou já usadas para o problema. Se o motivo for uma criança, o exame é conduzido com calma, explicando cada etapa antes de fazer — o ritmo da consulta se adapta à idade do paciente.

Marque sua consulta e chegue com o que tiver de histórico — quanto mais informação, mais direto o caminho até o diagnóstico.

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As consultas são particulares ou atendem convênio?

As consultas com a Dra. Aline Bittencourt são exclusivamente particulares. Essa é uma escolha deliberada: um bom diagnóstico em otorrinolaringologia exige tempo — ouvir a história completa, examinar com calma, revisar exames anteriores e explicar cada opção de tratamento antes de decidir junto com o paciente. Atender só particular é a forma de proteger esse tempo, sem encaixar cada caso numa agenda apertada de plano de saúde.

Já os exames realizados na clínica e as cirurgias indicadas — como implante coclear, septoplastia, adenoide e amígdala — podem ser feitos pelos convênios aceitos na Clínica Rhinus, dentro das regras de cada operadora (alguns exames são apenas particulares). As cirurgias de prótese auditiva — implante coclear e prótese ancorada no osso — têm cobertura obrigatória e podem ser feitas também por planos que a clínica não atende. A avaliação e a indicação cirúrgica são feitas na consulta particular; a partir daí, a equipe orienta sobre a documentação necessária para autorização junto ao plano, quando esse for o caminho escolhido.

Se você tiver dúvida sobre se o seu convênio específico está entre os aceitos para determinado procedimento, o ideal é confirmar diretamente com a secretaria da clínica antes do exame ou da cirurgia.

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Fale com a secretaria da Clínica Rhinus pelo WhatsApp para tirar dúvidas sobre convênio antes de agendar.

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É possível consultar em inglês com a Dra. Aline?

Sim, com a Dra. Aline Bittencourt. Ela conduz as consultas tanto em português quanto em inglês, o que costuma ser especialmente útil para estrangeiros residentes em São Luís, executivos em passagem pela cidade ou famílias de expatriados que precisam de atendimento médico especializado sem barreira de idioma. Ela é a única pessoa da equipe da Clínica Rhinus que fala inglês.

Em inglês, a consulta segue a mesma estrutura de qualquer outra: anamnese detalhada, exame físico de ouvido, nariz e garganta e, quando indicado, videoendoscopia nasal ou laríngea feita pela própria Dra. Aline durante o atendimento. Isso vale tanto para consultas de rotina quanto para avaliações mais complexas, como investigação de perda auditiva ou indicação de implante coclear.

Os exames de audição, como a audiometria, são feitos pelas fonoaudiólogas da clínica, em português. Depois, a Dra. Aline explica os resultados ao paciente em inglês.

Para agendar, o melhor caminho é mandar uma mensagem pelo WhatsApp — pode ser em inglês. A recepção fala apenas português, por isso mensagens escritas funcionam melhor do que ligações.

Mande uma mensagem pelo WhatsApp, em português ou em inglês, para agendar sua consulta.

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Como funciona a teleconsulta?

A teleconsulta é uma consulta por vídeo com a Dra. Aline Bittencourt. O agendamento é feito pelos mesmos canais da consulta presencial: telefone ou agendamento on-line.

Ela é útil para conversar sobre os sintomas, revisar exames que você já fez, acompanhar um tratamento em andamento ou tirar dúvidas sobre uma indicação cirúrgica. Para aproveitar bem o tempo, tenha em mãos os exames anteriores e a lista de medicações em uso.

A teleconsulta não substitui o exame físico de ouvido, nariz e garganta, nem exames como a videoendoscopia e a audiometria, que precisam ser feitos presencialmente. Por isso, dependendo do caso, a Dra. Aline pode orientar uma consulta presencial na sua cidade ou na Clínica Rhinus, em São Luís, para completar a avaliação.

O atendimento segue as normas do Conselho Federal de Medicina para telemedicina (Resolução CFM nº 2.314/2022): depende do consentimento do paciente, é registrado em prontuário, e receitas e pedidos de exame podem ser emitidos com assinatura digital.

Agende sua teleconsulta por telefone ou pelo agendamento on-line.

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Otorrinopediatria

Com que idade posso levar meu filho ao otorrino?

Não existe idade mínima. Bebês podem e devem ser avaliados sempre que houver um motivo — o mais comum é o teste da orelhinha alterado na maternidade, que precisa de reavaliação especializada logo nas primeiras semanas de vida. Além disso, otites de repetição, respiração bucal persistente, ronco durante o sono e atraso perceptível na fala são sinais que justificam consulta, independentemente da idade da criança.

Uma consulta de otorrinopediatria tem um ritmo próprio. Cada exame é explicado antes de ser feito, e a criança é examinada no colo do responsável, sem pressa — o objetivo é que o exame seja o menos assustador possível, o que também melhora a qualidade da avaliação. Quando necessário, exames complementares como audiometria infantil, audiometria de tronco encefálico (PEATE/BERA) ou endoscopia nasal são indicados de forma adaptada à idade.

Vale lembrar: atraso na fala não é uma questão só de fonoaudiologia. Uma perda auditiva discreta, mesmo unilateral, pode passar despercebida no dia a dia e ser a causa real do atraso — por isso a avaliação auditiva costuma ser um dos primeiros passos antes de iniciar outros tratamentos.

Se notou algum desses sinais no seu filho, agende uma avaliação — quanto mais cedo, mais simples costuma ser a solução.

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Meu filho não passou no teste da orelhinha — e agora?

Primeiro, um alívio: não passar no teste da orelhinha (a triagem auditiva neonatal) não significa necessariamente que o bebê tem perda auditiva. É comum acontecer por vérnix, líquido residual no canal auditivo ou até agitação do bebê durante o exame na maternidade — fatores que geram um resultado alterado sem que exista, de fato, um problema de audição.

Ainda assim, é um resultado que precisa de investigação com prioridade, e não pode ser simplesmente ignorado até a próxima consulta de rotina. O recomendado é buscar reavaliação especializada dentro dos primeiros 15 dias de vida, com novo exame de emissões otoacústicas (reteste) e, quando necessário, potencial evocado auditivo de tronco encefálico (BERA) — que avaliam a audição do bebê com mais precisão do que a triagem inicial.

A urgência dessa investigação tem um motivo concreto: os primeiros 12 meses de vida são a janela mais sensível para o desenvolvimento de linguagem. Quando existe, de fato, uma perda auditiva, quanto mais cedo ela é identificada e tratada — com aparelho auditivo ou, em casos de perda severa a profunda, avaliação para implante coclear — melhor tende a ser o desenvolvimento de fala e linguagem da criança.

Se seu bebê reprovou no teste da orelhinha, não espere a próxima consulta de rotina — agende a reavaliação o quanto antes.

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Atraso na fala pode ser problema de audição, e não de fonoaudiologia?

Pode, e é uma das causas mais frequentemente esquecidas antes de se pensar em terapia de fala. Uma perda auditiva — mesmo leve, ou mesmo em apenas um ouvido — pode passar completamente despercebida no dia a dia: a criança reage a sons, vira a cabeça quando chamada, assiste TV normalmente. O que ela não capta são os detalhes mais sutis da fala, como consoantes de som mais fraco, e é exatamente essa perda de detalhe que compromete o desenvolvimento da linguagem, mesmo sem parecer, à primeira vista, que a criança "não ouve".

Por isso, antes de iniciar terapia fonoaudiológica para atraso de fala, é necessário investigar a audição da criança com uma avaliação otorrinolaringológica e exames específicos (audiometria infantil, emissões otoacústicas, PEATE/BERA, dependendo da idade). Se existir uma perda auditiva não identificada, tratá-la é o que realmente resolve a causa do atraso — a fonoterapia sozinha, sem corrigir o problema auditivo de base, tende a ter resultado limitado.

Isso não significa que todo atraso de fala seja auditivo — pode haver outras causas. Mas é um exame simples e rápido de descartar, e vale ser feito antes, não depois, de meses de terapia sem a resposta esperada.

Se seu filho tem atraso de fala, agende uma avaliação auditiva antes de (ou junto com) iniciar a fonoterapia.

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Implante Coclear

Implante coclear tem cobertura obrigatória pelo plano de saúde?

Sim. Tanto o implante coclear quanto a prótese auditiva ancorada ao osso têm cobertura obrigatória por todos os planos de saúde no Brasil, conforme a Diretriz de Utilização da ANS, desde que haja indicação médica documentada. Isso significa que, uma vez confirmada a indicação, o plano é obrigado a autorizar o procedimento e os materiais necessários (dispositivo, componentes de fixação e demais insumos cirúrgicos).

Costumam ser candidatos ao implante coclear: crianças com perda auditiva congênita identificada na triagem neonatal, adultos com perda auditiva progressiva que já não respondem bem ao aparelho auditivo convencional, e pacientes com perdas severas a profundas cuja cóclea não responde mais à amplificação sonora. Já a prótese ancorada ao osso costuma ser indicada em perdas condutivas ou mistas, ou quando o aparelho convencional não é bem tolerado — inclusive em casos de surdez unilateral.

A confirmação da indicação exige avaliação clínica e exames de audição específicos (audiometria, exames de imagem quando necessário). A partir da indicação, a equipe da Clínica Rhinus prepara a documentação técnica e os códigos exigidos pelo plano para dar entrada no pedido de autorização.

Leia mais: Implante coclear: da avaliação à ativação

Se você ou seu filho já usa aparelho auditivo convencional e sente que não está mais ajudando o suficiente, agende uma avaliação para saber se há indicação de implante coclear.

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Existe idade limite para fazer implante coclear?

Não existe limite de idade. O implante coclear pode ser indicado tanto em bebês de poucos meses quanto em pacientes idosos — o que muda entre as faixas etárias não é a possibilidade da cirurgia, mas a curva de adaptação e os resultados esperados de linguagem e percepção sonora.

De forma geral, os melhores resultados de desenvolvimento de linguagem ocorrem em bebês operados antes de 1 ano de vida, quando o cérebro ainda está na janela mais sensível para aprender a processar som e fala. Em adultos, o fator mais determinante costuma ser o tempo de surdez: quanto menor o tempo entre a perda auditiva e a cirurgia, mais rápida tende a ser a adaptação, porque o cérebro "esqueceu menos" como interpretar sons. Isso não significa que pacientes com surdez de longa data ou idosos não se beneficiem — significa que a expectativa de resultado e o tempo de reabilitação são avaliados de forma individual.

A decisão final sempre passa por uma avaliação completa: causa da perda auditiva, tempo de evolução, exames de imagem do ouvido interno e testes específicos de percepção sonora.

Leia mais: Implante coclear: da avaliação à ativação

Se você tem dúvida sobre se ainda "dá tempo" de fazer implante coclear — para você ou para um familiar — agende uma avaliação para uma resposta baseada no seu caso específico.

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Implante coclear e prótese ancorada no osso: qual a diferença?

São dispositivos pensados para tipos diferentes de perda auditiva, e a confusão entre os dois é comum. A prótese auditiva ancorada ao osso é indicada em perdas auditivas condutivas ou mistas — quando o problema está na condução do som até a cóclea, não na cóclea em si — ou em casos onde o aparelho auditivo convencional não é bem tolerado. O dispositivo capta o som, amplifica e conduz por via óssea diretamente até a cóclea, que continua funcionando normalmente. Também pode ser indicado para pacientes com surdez unilateral.

O implante coclear, por outro lado, é indicado quando a própria cóclea não responde mais à amplificação sonora — ou seja, em perdas auditivas severas a profundas. Em vez de amplificar o som para uma cóclea que não consegue mais processá-lo, o implante estimula diretamente o nervo auditivo, contornando a parte da cóclea que não funciona.

Os dois têm cobertura obrigatória pelos planos de saúde quando indicados. A escolha entre um e outro não é uma questão de preferência — depende do tipo e grau de perda auditiva, confirmados por audiometria e, quando necessário, exames de imagem.

Leia mais: Implante coclear: da avaliação à ativação · Prótese auditiva ancorada no osso

Se você já sabe que tem perda auditiva mas não sabe qual dispositivo se aplica ao seu caso, agende uma consulta para essa definição.

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Como é a recuperação auditiva após o implante coclear?

Não é instantâneo, e isso costuma surpreender quem espera "ouvir normal" assim que sai da cirurgia. Depois do procedimento, há um período de cicatrização de algumas semanas até a primeira ativação do dispositivo (geralmente 15 a 20 dias do pós-operatório) — feita pela fonoaudióloga especializada em mapeamento, responsável por ajustar os parâmetros do processador de fala para aquele paciente específico.

A partir da ativação, começa o verdadeiro processo de adaptação: o cérebro precisa aprender a interpretar um tipo de estímulo sonoro diferente do que recebia antes (ou do que nunca recebeu, no caso de perdas congênitas). Isso acontece por meio de sessões de mapeamento — ajustes progressivos do processador — combinadas, na maioria dos casos, com acompanhamento fonoaudiológico contínuo.

A evolução varia bastante conforme idade, tempo de surdez e causa da perda auditiva. Crianças pequenas com implante feito cedo costumam desenvolver percepção de fala e linguagem de forma mais próxima ao esperado para a idade; adultos pós-linguais (que já ouviam antes de perder a audição) costumam ter uma curva de adaptação mais rápida, justamente porque o cérebro já "sabe" o que é som e fala.

Leia mais: Implante coclear: da avaliação à ativação

Se você tem um implante indicado e quer entender o que esperar da recuperação no seu caso específico, agende uma consulta.

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A cirurgia de implante coclear é dolorosa?

A cirurgia é realizada sob anestesia geral, então não há dor durante o procedimento. No pós-operatório, o desconforto costuma ser leve e é controlado com analgésicos comuns — não é uma cirurgia conhecida por dor intensa. A maioria dos pacientes recebe alta hospitalar no mesmo dia da cirurgia, ou no dia seguinte.

Nos primeiros dias após a cirurgia, os cuidados principais são manter e evitar molhar o curativo compressivo que envolve a cabeça, não pressionar a região operada e evitar esforço físico até a liberação médica. É comum alguma sensibilidade ou inchaço local nas primeiras semanas, que diminui progressivamente.

Um ponto importante: a ativação do implante não acontece no dia da cirurgia, nem logo depois. Ela é feita algumas semanas mais tarde (geralmente 15 a 20 dias), quando o edema cirúrgico já cedeu e a cicatrização está adequada — é a partir desse momento que começa o processo de adaptação auditiva propriamente dito, com acompanhamento da fonoaudióloga responsável pelo mapeamento.

Leia mais: Implante coclear: da avaliação à ativação

Se você tem cirurgia de implante coclear agendada ou em avaliação, agende uma consulta para tirar dúvidas específicas sobre o seu pós-operatório.

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Cirurgia de Adenoide e Amígdala

Quando a cirurgia de amígdala e adenoide é realmente necessária?

A decisão nunca é automática — ela depende da frequência dos sintomas e do impacto real na qualidade de vida, não só do tamanho das amígdalas ou da adenoide vistos num exame isolado. Ainda assim, existem sinais que costumam levar à indicação cirúrgica:

Amigdalite de repetição, com vários episódios de infecção ao longo do ano, é uma das indicações mais comuns. Adenoide aumentada causando obstrução nasal, ronco persistente ou respiração bucal também justifica avaliação, especialmente em crianças, porque a respiração bucal crônica pode afetar até o desenvolvimento facial, crescimento, atenção e a qualidade do sono. Apneia do sono de origem obstrutiva, tanto em crianças quanto em adultos, é outra indicação relevante — e muitas vezes subestimada, porque o ronco é normalizado como "só um hábito". Abscesso periamigdaliano e amígdalas muito volumosas que dificultam a deglutição completam a lista das indicações mais frequentes.

A confirmação passa por exame físico detalhado e, quando necessário, endoscopia nasal para avaliar o grau de obstrução causado pela adenoide — que não é visível a olho nu como as amígdalas.

Se seu filho (ou você) tem infecções de garganta repetidas, ronco frequente ou respiração pela boca, agende uma avaliação para saber se há indicação cirúrgica.

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O que é a tecnologia Coblation e por que ela faz diferença na cirurgia?

Coblation é uma técnica cirúrgica que usa radiofrequência para reduzir o tecido em temperaturas bem mais baixas do que as atingidas pelo bisturi elétrico tradicional. Essa diferença de temperatura é o que explica praticamente todos os benefícios da técnica: menos calor significa menos trauma térmico ao tecido ao redor da área operada.

Na prática, isso se traduz em menos sangramento durante e depois da cirurgia, menos inchaço na garganta (o que ajuda o paciente a engolir e respirar com mais conforto nos primeiros dias) e uma cicatrização mais natural a médio prazo. Como o paciente consegue se alimentar e se hidratar mais cedo e com menos dor, o risco de desidratação no pós-operatório cai bastante — um dos motivos mais comuns de retorno ao pronto-socorro depois desse tipo de cirurgia com técnicas convencionais.

O resultado prático para a rotina da família é recuperação mais rápida: menos dias de afastamento da escola ou do trabalho, e volta à alimentação normal em menos tempo. A Clínica Rhinus tem equipamento próprio de Coblation, o que garante que essa tecnologia esteja disponível sempre que a cirurgia for indicada.

Converse sobre a técnica cirúrgica indicada para o seu caso — agende uma avaliação.

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Quanto tempo dura a recuperação da cirurgia de adenoide e amígdala?

Com a tecnologia Coblation, a maioria dos pacientes retoma a rotina — escola ou trabalho — em cerca de uma semana, um tempo significativamente menor do que costuma ocorrer com a técnica cirúrgica convencional, que usa bisturi elétrico tradicional e gera mais trauma térmico ao tecido.

Nos primeiros dias após a cirurgia, os cuidados essenciais são: dieta leve e fria (sorvete, gelatina, purês), hidratação frequente mesmo com desconforto para engolir, e repouso relativo, evitando esforço físico. A dor costuma ser controlada com analgésicos prescritos, e é normal alguma sensação de garganta seca ou desconforto ao engolir nos primeiros dias, que diminui progressivamente.

O acompanhamento pós-operatório é feito em consulta de retorno, geralmente uma vez por semana, para confirmar que a cicatrização está evoluindo bem e liberar a volta completa às atividades, incluindo esforço físico.

Se você já tem a cirurgia agendada, agende também a consulta de retorno para acompanhar a recuperação de perto.

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É possível remover a adenoide e as amígdalas na mesma cirurgia?

Sim, e essa é inclusive a situação mais comum na prática. Quando tanto a adenoide quanto as amígdalas têm indicação de remoção, os dois procedimentos — adenoidectomia e amigdalectomia — são realizados na mesma cirurgia, sob a mesma anestesia. Isso evita submeter o paciente, principalmente crianças, a duas anestesias e dois períodos de recuperação separados por semanas ou meses.

Nem sempre as duas estruturas precisam ser removidas juntas, no entanto. Há casos em que só a adenoide está causando o problema (por exemplo, obstrução nasal e respiração bucal, sem amigdalite de repetição), e outros em que só as amígdalas justificam a cirurgia (amigdalite recorrente, sem sinais de adenoide aumentada). A definição de quais estruturas operar é feita em consulta, com exame físico da garganta e, quando necessário, endoscopia nasal para avaliar o tamanho e o impacto da adenoide — que, diferente das amígdalas, não é visível a olho nu.

Agende uma avaliação para saber se, no seu caso ou no do seu filho, a indicação é de um procedimento ou dos dois.

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Septoplastia

Como saber se preciso de septoplastia?

Os sinais mais comuns de que um desvio de septo pode precisar de correção cirúrgica são obstrução nasal persistente — geralmente mais evidente de um lado do nariz do que do outro — dificuldade para respirar pelo nariz durante o sono, sinusites de repetição e, em alguns casos, sangramentos nasais frequentes causados pelo ressecamento da mucosa no ponto de maior desvio.

É importante deixar claro: nem todo desvio de septo precisa de cirurgia. Desvios leves, que não causam sintomas relevantes no dia a dia, muitas vezes não exigem intervenção — muita gente tem algum grau de desvio sem nunca ter sentido diferença. A indicação cirúrgica é feita depois de exame físico, endoscopia nasal e tomografia de cavidades paranasais, que permitem avaliar com precisão o grau do desvio e o quanto ele realmente compromete a passagem de ar em cada narina.

Vale considerar também que a obstrução nasal pode ter outras causas associadas — rinite alérgica, aumento dos cornetos nasais, pólipos — que precisam ser investigadas junto, porque tratar só o septo sem abordar essas causas pode não resolver completamente o sintoma.

Se você respira mal por um lado do nariz ou tem sinusite de repetição, agende uma avaliação para investigar a causa.

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Septoplastia dói muito? Quanto tempo de recuperação?

O desconforto no pós-operatório da septoplastia costuma ser controlado com analgésicos comuns — não é descrita como uma cirurgia de dor intensa. A maioria dos pacientes retoma atividades leves do dia a dia em cerca de uma semana.

Nos primeiros dias, é comum uma sensação de nariz entupido, mesmo com a correção já feita — isso acontece porque a mucosa nasal fica com edema (inchaço) temporário após a manipulação cirúrgica, e essa sensação vai cedendo progressivamente nas semanas seguintes. Os pacientes já não usam tampões no nariz, mas usam splints nasais internos (de silicone) por alguns dias, removidos na primeira consulta de retorno, com 5-7 dias de pós-operatório.

Esforços físicos mais intensos, exercícios e atividades que aumentem a pressão nasal costumam ser liberados de forma gradual, conforme a evolução da cicatrização — geralmente entre três e quatro semanas, mas isso varia por paciente. O acompanhamento em consulta de retorno é o que define o ritmo real de liberação para cada caso.

Tire suas dúvidas sobre o pós-operatório específico do seu caso — agende uma consulta.

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Septoplastia resolve o ronco?

Pode ajudar bastante, mas a resposta depende da causa real do ronco. Quando a obstrução nasal causada pelo desvio de septo é a principal responsável pela dificuldade de respirar durante o sono, corrigir o septo melhora significativamente a passagem de ar e, com isso, o ronco.

O ponto de atenção é que ronco e apneia do sono costumam ter causas combinadas, não uma única causa isolada. Adenoide ou amígdalas aumentadas, obesidade, formato da mandíbula e colapso de tecidos moles da garganta durante o sono também contribuem, e frequentemente mais de um desses fatores está presente ao mesmo tempo. Por isso, uma avaliação completa — que investigue não só o septo, mas toda a via aérea superior — é o que realmente define se a septoplastia sozinha resolve o problema, ou se outros procedimentos (por exemplo, cirurgia de adenoide e amígdala, cirurgia ortognática) também são necessários.

Tratar só o septo em um paciente cujo ronco vem principalmente de outra causa costuma trazer melhora parcial, não a resolução esperada — por isso a investigação completa evita frustração com o resultado.

Se o ronco ou a apneia estão afetando seu sono, agende uma avaliação completa da via aérea, não só do septo.

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Audição e Zumbido

Zumbido no ouvido sempre tem cura?

Depende da causa — e essa é a parte mais importante de entender sobre zumbido: ele é um sintoma, não uma doença isolada. Pode estar ligado a perda auditiva (mesmo discreta), exposição prolongada a ruído, alterações da articulação temporomandibular (a articulação do maxilar), problemas vasculares, uso de determinados medicamentos, entre outras causas possíveis.

Quando existe uma causa identificável e reversível — por exemplo, uma perda auditiva tratável com aparelho, ou um problema de articulação temporomandibular que responde a tratamento específico — tratar essa causa de base costuma melhorar ou eliminar o zumbido. Em outros casos, quando a investigação não encontra uma causa reversível clara (o que também é comum), o foco do tratamento passa a ser o manejo dos sintomas e da qualidade de vida — estratégias para reduzir o incômodo e o impacto do zumbido no sono e na concentração, já que "eliminar" pode não ser uma meta realista nesses casos.

A investigação completa — histórico detalhado, exame físico, audiometria e, quando indicado, exames de imagem — é sempre o primeiro passo. É isso que diferencia um zumbido tratável de um que precisa de manejo a longo prazo, e evita promessas de cura que não se sustentam sem antes saber a causa.

Se o zumbido está incomodando seu dia a dia ou seu sono, agende uma avaliação para investigar a causa antes de qualquer tratamento.

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